Colesterol e Triglicerídeos Elevados
Obter o diagnóstico correto é o primeiro e mais importante passo para um tratamento eficaz.
Muitos pacientes e familiares ficam preocupados ao receber resultados de exames mostrando colesterol ou triglicerídeos elevados. Na consulta com a Dra. Adriana Mendes Barros, acreditamos em fornecer informações claras sobre riscos reais e um acompanhamento baseado em evidências para proteger sua saúde cardiovascular. Aqui estão as perguntas mais comuns e nossas respostas sobre dislipidemia.
O que é Dislipidemia?
Dislipidemia é a alteração dos níveis de lipídios (gorduras) no sangue, incluindo:
Colesterol Total elevado (>190 mg/dL)
LDL-colesterol elevado (colesterol "ruim") – principal alvo de tratamento
HDL-colesterol baixo (colesterol "bom") – <40 mg/dL em homens, <50 mg/dL em mulheres
Triglicerídeos elevados (>150 mg/dL)
Entendendo os tipos de colesterol:
LDL-colesterol ("colesterol ruim"):
Se deposita nas artérias, formando placas de gordura
Principal causa de aterosclerose
Quanto menor, melhor para o coração
Alvo principal do tratamento
HDL-colesterol ("colesterol bom"):
Remove o colesterol das artérias
Protege contra infarto e AVC
Quanto maior, melhor
Triglicerídeos:
Tipo de gordura no sangue
Elevação associada a pancreatite (quando muito alto)
Contribui para risco cardiovascular
Na avaliação geriátrica, não olhamos apenas os números isolados. Consideramos:
Risco cardiovascular global (idade, sexo, pressão arterial, diabetes, tabagismo, histórico familiar)
Presença de doença cardiovascular prévia (infarto, AVC, cirurgia cardíaca)
Comorbidades (diabetes, hipertensão, doença renal)
Expectativa de vida e funcionalidade
Metas individualizadas de tratamento
Por que a dislipidemia é tão importante?
O colesterol elevado é o principal fator de risco modificável para:
Infarto Agudo do Miocárdio – principal causa de morte cardiovascular
Acidente Vascular Cerebral (AVC) – principal causa de incapacidade
Doença Arterial Periférica – dor nas pernas, risco de amputação
Aterosclerose – endurecimento e obstrução das artérias
A boa notícia: com tratamento adequado, podemos reduzir drasticamente o risco de eventos cardiovasculares – estudos mostram reduções de 30-50% no risco de infarto e AVC.
Como a Dra. Adriana aborda o tratamento da dislipidemia?
Na nossa prática geriátrica, utilizamos uma abordagem individualizada baseada em risco, que inclui:
1. Estratificação de Risco Cardiovascular Global
Não tratamos apenas "colesterol alto" – tratamos pessoas com risco de doença cardiovascular.
Calculamos seu risco através de:
Escore de Risco Global (Framingham, Escore de Risco Global)
Idade, sexo, pressão arterial
Presença de diabetes
Tabagismo
Histórico familiar de doença cardiovascular precoce
Níveis de colesterol (LDL, HDL, triglicerídeos)
Classificamos em categorias de risco:
Risco Muito Alto:
Infarto, AVC ou cirurgia cardíaca prévios
Diabetes com lesão de órgão-alvo (rins, olhos)
Doença renal crônica avançada
Meta de LDL: <50 mg/dL
Risco Alto:
Diabetes tipo 2 por mais de 10 anos
Placas de ateroma detectadas em exames
LDL >190 mg/dL
Meta de LDL: <70 mg/dL
Risco Intermediário:
Presença de alguns fatores de risco
Cálculo de risco entre 5-20% em 10 anos
Meta de LDL: <100 mg/dL
Risco Baixo:
Poucos ou nenhum fator de risco
Meta de LDL: <130 mg/dL
Importante: Em idosos, individualizamos ainda mais, considerando fragilidade, expectativa de vida e qualidade de vida.
2. Avaliação Complementar
Exames Laboratoriais Completos:
Perfil lipídico completo (jejum de 12h)
LDL-colesterol calculado ou direto
Não-HDL colesterol
Apolipoproteína B (quando indicado)
Glicemia e HbA1c (rastreamento de diabetes)
Função renal, hepática e tireoide
PCR ultrassensível (marcador inflamatório)
Investigação de Causas Secundárias: Dislipidemia pode ser causada por:
Hipotireoidismo – muito comum em idosos
Diabetes descontrolado
Doença renal crônica
Síndrome nefrótica
Medicamentos (corticoides, diuréticos tiazídicos, betabloqueadores)
Consumo excessivo de álcool (triglicerídeos)
Obesidade e sedentarismo
Avaliação de Aterosclerose Subclínica: Quando indicado:
Escore de cálcio coronariano (tomografia)
Ultrassom de carótidas (pesquisa de placas)
Índice tornozelo-braquial (doença arterial periférica)
3. Tratamento Não Farmacológico – Mudanças de Estilo de Vida
Alimentação Cardioprotetora:
Priorizar:
Gorduras boas: Azeite de oliva, abacate, castanhas, peixes gordos (salmão, sardinha)
Fibras solúveis: Aveia, farelo de aveia, feijões, lentilha, frutas
Vegetais e frutas: Pelo menos 5 porções/dia
Grãos integrais: Arroz integral, pão integral, quinoa
Proteínas magras: Peixes, frango sem pele, claras de ovos
Reduzir/Evitar:
Gorduras saturadas: Carnes gordas, pele de frango, queijos amarelos, manteiga, creme de leite
Gorduras trans: Margarinas hidrogenadas, produtos industrializados, frituras
Açúcares e carboidratos refinados: Doces, refrigerantes, pão branco
Álcool: Especialmente se triglicerídeos elevados
Alimentos Funcionais:
Aveia: 3g de beta-glucana/dia reduz LDL em 5-10%
Castanhas: 30g/dia melhoram perfil lipídico
Peixes gordos: 2-3x/semana (ômega-3)
Soja: Proteína de soja pode reduzir LDL
Fitosteróis: Presentes em margarinas específicas (reduzem absorção de colesterol)
Atividade Física Regular:
Aeróbica: 150 min/semana – caminhada, natação, ciclismo
Resistida: 2-3x/semana – melhora HDL e composição corporal
Reduz triglicerídeos em 20-30%
Aumenta HDL em 5-10%
Ajuda no controle de peso
Controle de Peso:
Perda de 5-10% do peso melhora perfil lipídico
Redução de circunferência abdominal é especialmente importante
Cessação do Tabagismo:
Fumar reduz HDL ("colesterol bom")
Aumenta risco cardiovascular independentemente do colesterol
Paramos de fumar com suporte profissional
Moderação de Álcool:
Consumo excessivo aumenta triglicerídeos
Limite: 1 dose/dia para mulheres, 2 doses/dia para homens
Evitar completamente se triglicerídeos >500 mg/dL
4. Tratamento Farmacológico Individualizado
Medicamentos são indicados quando:
Mudanças de estilo de vida não atingem metas
Risco cardiovascular alto ou muito alto
Doença cardiovascular prévia
LDL muito elevado (>190 mg/dL)
Diabetes tipo 2
Estatinas – Medicamentos de Primeira Linha:
Tipos de estatinas:
Alta intensidade: Atorvastatina 40-80mg, Rosuvastatina 20-40mg
Média intensidade: Atorvastatina 10-20mg, Rosuvastatina 5-10mg, Sinvastatina 20-40mg
Baixa intensidade: Sinvastatina 10mg, Pravastatina 10-20mg
Benefícios das estatinas:
Reduzem LDL em 30-55% (dependendo da dose)
Reduzem risco de infarto em 25-35%
Reduzem risco de AVC em 20-30%
Estabilizam placas de ateroma
Efeito anti-inflamatório
Escolha da estatina e dose:
Baseada no risco cardiovascular e meta de LDL
Ajustes conforme função renal e hepática
Atenção a interações medicamentosas (comum em idosos)
Efeitos Colaterais e Manejo:
Dor muscular (mialgia): Ocorre em 5-10%, geralmente leve
Tentamos diferentes estatinas
Reduzimos dose ou tentamos doses alternadas
Suplementação de coenzima Q10 pode ajudar
Elevação de enzimas hepáticas: Raro, monitoramos com exames
Risco de diabetes: Pequeno, mas benefício cardiovascular supera
Importante em idosos:
Começamos com doses menores
Atenção a polifarmácia e interações
Consideramos fragilidade e expectativa de vida
Meta: prevenir eventos, não apenas "baixar número"
Outros Medicamentos para Dislipidemia:
Ezetimiba:
Bloqueia absorção de colesterol no intestino
Reduz LDL adicional em 15-20%
Combinação com estatina quando meta não atingida
Muito bem tolerada, sem efeitos musculares
Fibratos:
Principais para triglicerídeos muito elevados (>500 mg/dL)
Aumentam HDL modestamente
Gemfibrozila, fenofibrato
Atenção a interação com estatinas (risco muscular)
Ácidos Graxos Ômega-3:
Reduzem triglicerídeos em 20-50% (doses altas)
Prescrição médica ou óleo de peixe concentrado
Bem tolerados
Inibidores de PCSK9 (medicamentos injetáveis):
Reduzem LDL em 50-60% adicional
Indicados em casos muito específicos (risco muito alto com LDL não controlado)
Alto custo
5. Manejo de Comorbidades
Controle Rigoroso de:
Diabetes: HbA1c <7-7,5%
Hipertensão arterial: <140/90 mmHg (individualizado)
Obesidade: Perda de peso quando indicado
Hipotireoidismo: Reposição adequada de hormônio
6. Revisão de Medicamentos
Alguns medicamentos podem piorar dislipidemia:
Diuréticos tiazídicos: Podem elevar LDL e triglicerídeos
Betabloqueadores: Podem reduzir HDL
Corticoides: Aumentam triglicerídeos
Ajustamos quando possível
7. Acompanhamento Longitudinal e Preventivo
Consultas regulares para monitoramento
Exames periódicos (perfil lipídico a cada 3-6 meses até meta, depois anual)
Monitoramento de enzimas hepáticas (3 meses após início de estatina, depois conforme necessário)
Avaliação de sintomas musculares
Rastreamento de diabetes (anual)
Avaliação cardiovascular periódica
Quanto tempo leva para controlar a dislipidemia?
O controle da dislipidemia é um processo relativamente rápido, mas contínuo:
Primeiras semanas (2-4 semanas):
Início de mudanças alimentares
Início de atividade física regular
Início de medicamento (se indicado)
6-12 semanas:
Efeito máximo das estatinas
Reavaliação do perfil lipídico
Ajuste de doses se meta não atingida
A maioria atinge metas neste período
3-6 meses:
Consolidação de hábitos saudáveis
Perfil lipídico estável
Otimização do tratamento
A longo prazo:
Manutenção do controle
Prevenção de eventos cardiovasculares
Acompanhamento regular (anual quando estável)
Ajustes conforme envelhecimento e novas condições
Importante: Dislipidemia é condição crônica que exige tratamento contínuo, especialmente se há outros fatores de risco.
Quanto custa o tratamento da dislipidemia?
O investimento no controle da sua dislipidemia varia conforme a complexidade do caso.
Consulta particular:
Primeira consulta (avaliação geriátrica completa): Entre em contato para valores atualizados
Consultas de retorno/acompanhamento: Valores diferenciados para seguimento regular
O que está incluído:
Consulta geriátrica completa (50-60 minutos)
Estratificação de risco cardiovascular
Cálculo de metas individualizadas de LDL
Plano terapêutico integral (dieta, exercícios, medicamentos)
Orientações detalhadas por escrito
Receitas e solicitação de exames
Suporte entre consultas
Custos adicionais a considerar:
Exames laboratoriais (perfil lipídico, função hepática, renal) – R$ 50-150 por coleta
Estatinas genéricas: R$ 10-50/mês (muito acessíveis)
Ezetimiba: R$ 50-150/mês
Ômega-3 concentrado: R$ 80-200/mês
Exames de imagem quando indicados (escore de cálcio, ultrassom de carótidas)
Transparência financeira: A maioria dos medicamentos para dislipidemia está disponível em genéricos de baixo custo. Nossa equipe orienta sobre otimização de recursos.
Como é a jornada de tratamento da dislipidemia com a Dra. Adriana?
1. Consulta Inicial – Avaliação Cardiovascular Completa
Você será ouvido com atenção:
História clínica detalhada:
Exames anteriores de colesterol
Histórico familiar de infarto, AVC, morte súbita
Outros fatores de risco (diabetes, hipertensão, tabagismo)
Alimentação habitual
Nível de atividade física
Medicamentos em uso
Sintomas cardiovasculares (dor no peito, falta de ar, dor nas pernas)
Exame físico completo:
Pressão arterial
Peso, altura, IMC, circunferência abdominal
Ausculta cardiovascular
Exame de pulsos periféricos
Pesquisa de xantomas (depósitos de colesterol na pele)
2. Estratificação de Risco e Estabelecimento de Metas
Com base na avaliação:
Cálculo do seu risco cardiovascular em 10 anos
Classificação de risco (baixo, intermediário, alto, muito alto)
Meta individualizada de LDL-colesterol
Decisão sobre necessidade de medicamentos
Solicitação de exames:
Perfil lipídico completo
Glicemia, HbA1c
Função renal, hepática, tireoidiana
Outros conforme indicação
3. Plano Terapêutico Personalizado
Você receberá um plano completo que inclui:
Mudanças de Estilo de Vida:
Orientação alimentar específica – o que comer, o que evitar
Lista de alimentos funcionais que reduzem colesterol
Prescrição de atividade física adequada
Estratégias para perda de peso (quando indicado)
Plano para cessação do tabagismo (se aplicável)
Tratamento Farmacológico (se indicado):
Prescrição de estatina (tipo, dose, horário)
Outros medicamentos conforme perfil (ezetimiba, fibratos, ômega-3)
Explicação detalhada de cada medicamento
Orientação sobre efeitos colaterais e quando se preocupar
4. Educação sobre Dislipidemia e Risco Cardiovascular
Você aprenderá:
O que é colesterol e por que importa
Diferença entre LDL e HDL
Como a alimentação afeta o colesterol
Por que exercício é importante
Como prevenir infarto e AVC
Sinais de alerta de problemas cardiovasculares
5. Acompanhamento e Ajustes
Retorno em 6-12 semanas com novos exames
Avaliação da resposta ao tratamento
Meta de LDL atingida? Se não, ajustamos
Efeitos colaterais? Manejamos
Dificuldades com dieta/exercícios? Reforçamos orientações
6. Manutenção a Longo Prazo
Após atingir metas:
Consultas semestrais ou anuais
Perfil lipídico anual (se estável)
Monitoramento de função hepática (anual em uso de estatina)
Rastreamento de diabetes (anual)
Vigilância de eventos cardiovasculares
Ajustes conforme envelhecimento
Que resultados posso esperar?
O tratamento adequado da dislipidemia traz benefícios comprovados:
Redução de LDL-colesterol:
Mudanças de estilo de vida: Redução de 10-15% no LDL
Estatinas de média intensidade: Redução de 30-40% no LDL
Estatinas de alta intensidade: Redução de 50-55% no LDL
Estatina + ezetimiba: Redução adicional de 15-20%
Prevenção de Eventos Cardiovasculares:
Cada 39 mg/dL de redução no LDL = 22% menos eventos cardiovasculares
Uso de estatinas reduz:
Risco de infarto em 25-35%
Risco de AVC em 20-30%
Mortalidade cardiovascular em 20-25%
Necessidade de cirurgias cardíacas em 30-40%
Melhora de Triglicerídeos:
Perda de peso + exercício: Redução de 20-30%
Fibratos: Redução de 30-50%
Ômega-3 (altas doses): Redução de 20-50%
Melhora de HDL:
Exercício regular: Aumento de 5-10%
Perda de peso: Aumento de 5-10%
Cessação do tabagismo: Aumento de 10-15%
Nossos resultados:
Mais de 85% dos pacientes em acompanhamento regular atingem suas metas individualizadas de LDL, com excelente tolerância aos medicamentos e redução significativa de risco cardiovascular.
Sempre vou precisar tomar estatina?
Depende do seu risco cardiovascular.
Você pode NÃO precisar de estatina se:
Risco cardiovascular baixo
LDL não muito elevado (<130 mg/dL)
Ausência de outros fatores de risco
Mudanças intensivas de estilo de vida podem ser suficientes
Nestes casos:
Tentamos 3-6 meses de dieta + exercício
Reavaliamos perfil lipídico
Iniciamos estatina se meta não for atingida
Você PRECISA de estatina se:
Doença cardiovascular prévia (infarto, AVC, cirurgia cardíaca)
Diabetes tipo 2 (especialmente se >40 anos)
LDL muito elevado (>190 mg/dL)
Risco cardiovascular alto ou muito alto
Presença de aterosclerose em exames
Importante:
Estatinas são medicamentos seguros e eficazes
Benefícios superam em muito os riscos
Efeitos colaterais são raros e geralmente manejáveis
Não devemos ter medo de estatinas – devemos ter medo de infarto e AVC
O tratamento é só com remédios?
Absolutamente não. Mudanças de estilo de vida são fundamentais e, em muitos casos, suficientes.
Tratamento não farmacológico pode ser suficiente quando:
Risco cardiovascular baixo a intermediário
LDL levemente elevado
Ausência de doença cardiovascular
Paciente motivado e capaz de aderir
Mesmo quando estatina é necessária:
Mudanças de estilo de vida potencializam o efeito
Permitem usar doses menores de medicamento
Controlam outros fatores de risco
Melhoram saúde global, não apenas colesterol
Estratégias não farmacológicas:
Dieta cardioprotetora (reduz LDL 10-15%)
Exercício regular (melhora HDL, reduz triglicerídeos)
Perda de peso (melhora todos os parâmetros)
Cessação do tabagismo (melhora HDL, reduz risco global)
Alimentos funcionais (aveia, castanhas, fitoesteróis)
Abordagem ideal: Combinar estilo de vida saudável + medicamentos quando indicados.
O que diferencia o atendimento da Dra. Adriana Mendes Barros?
Expertise Geriátrica em Prevenção Cardiovascular:
Médica Geriatra especialista em cuidado integral do adulto e idoso
Formação em Clínica Médica, Medicina de Família e Geriatria
Foco em prevenção de eventos cardiovasculares
Atualização contínua nas diretrizes mais recentes
Abordagem Baseada em Risco Individual:
Não tratamos "colesterol alto" – tratamos PESSOAS
Calculamos SEU risco cardiovascular específico
Metas individualizadas conforme seu perfil
Consideramos idade, fragilidade, expectativa de vida
Tratamento Integral, Não Apenas Medicamentos:
Orientação nutricional prática e sustentável
Prescrição de exercícios adequados
Suporte para mudanças de estilo de vida
Abordagem de todos os fatores de risco (pressão, diabetes, peso, tabagismo)
Atenção às Particularidades do Idoso:
Manejo cuidadoso de polifarmácia
Atenção a interações medicamentosas
Ajuste de doses conforme função renal
Equilíbrio entre benefício e potenciais efeitos adversos
Prescrição Racional de Estatinas:
Indicamos quando há benefício comprovado
Escolhemos a estatina mais adequada ao seu perfil
Manejamos efeitos colaterais quando ocorrem
Não temos medo de usar, nem de suspender se necessário
Prevenção Ativa de Infartos e AVCs:
Foco em resultados que importam (prevenir eventos, não apenas baixar LDL)
Estratificação rigorosa de risco
Rastreamento de aterosclerose subclínica
Otimização de todos os fatores de risco cardiovascular
Educação e Empoderamento:
Você entende POR QUE está tomando cada medicamento
Compreende seu risco real e como reduzi-lo
Participa ativamente das decisões
Sabe interpretar seus exames
Acompanhamento Longitudinal:
Relação de confiança ao longo do tempo
Monitoramento contínuo de eficácia e segurança
Ajustes conforme suas necessidades mudam
Prevenção sustentada
Por quanto tempo preciso de acompanhamento?
Dislipidemia é condição crônica que exige acompanhamento contínuo, mas a frequência varia:
Fase Inicial (Primeiros 3-6 meses):
Consultas trimestrais
Ajuste de medicações e estilo de vida
Perfil lipídico a cada 6-12 semanas até atingir meta
Fase de Estabilização (6-12 meses):
Consultas semestrais
Consolidação do controle
Monitoramento de adesão
Fase de Manutenção (Longo prazo):
Consultas anuais quando estável
Perfil lipídico anual
Função hepática anual (em uso de estatina)
Rastreamento de diabetes
Vigilância de eventos cardiovasculares
Ajustes conforme envelhecimento
Importante: Mesmo com consultas anuais, você deve manter medicamentos e estilo de vida saudável continuamente.
Sinais de Alerta – Quando Procurar Atendimento Urgente?
Procure atendimento de emergência se apresentar:
Sintomas de Infarto:
Dor ou pressão no peito (pode irradiar para braço, pescoço, mandíbula)
Falta de ar intensa
Suor frio, náuseas, vômitos
Sensação de morte iminente
Sintomas de AVC:
Fraqueza súbita em um lado do corpo (face, braço, perna)
Dificuldade para falar ou entender
Perda súbita de visão
Tontura intensa, perda de equilíbrio
Dor de cabeça súbita e muito intensa
Efeitos Colaterais Graves de Estatina (raros):
Dor muscular intensa e persistente
Urina escura (cor de coca-cola)
Fraqueza muscular severa
Icterícia (pele e olhos amarelados)
Agende consulta em breve se:
Dor muscular leve a moderada em uso de estatina
Dificuldade em aderir à dieta ou medicamentos
Surgimento de novos fatores de risco
Dúvidas sobre tratamento
Como posso começar meu tratamento?
Proteger seu coração e prevenir infartos e AVCs com a Dra. Adriana Mendes Barros é simples:
Passo 1: Agende Sua Consulta Inicial
Entre em contato por telefone, WhatsApp ou e-mail
Informe que tem colesterol ou triglicerídeos elevados
Escolha o melhor horário
Passo 2: Prepare-se Para a Consulta
Traga exames recentes de colesterol (últimos 6-12 meses)
Liste histórico familiar de infarto, AVC, morte súbita
Anote seus fatores de risco (diabetes, hipertensão, tabagismo)
Liste medicamentos em uso
Descreva alimentação habitual e nível de atividade física
Anote suas dúvidas
Passo 3: Consulta Inicial Completa
Conheça a Dra. Adriana e sua abordagem preventiva
Avaliação detalhada de risco cardiovascular
Cálculo de metas individualizadas
Receba seu plano terapêutico completo
Esclareça todas as dúvidas
Saia com prescrições e orientações claras
Passo 4: Inicie Seu Tratamento
Comece mudanças alimentares orientadas
Inicie atividade física gradualmente
Inicie medicamentos conforme prescrito (se indicado)
Realize exames solicitados
Passo 5: Acompanhamento Regular
Retorne com novos exames para avaliar resposta
Relate dificuldades e progressos
Ajuste o plano conforme necessário
Mantenha foco na prevenção cardiovascular
Por que escolher a Dra. Adriana para cuidar da sua dislipidemia?
Porque colesterol elevado não dói, mas infarto e AVC podem mudar sua vida para sempre. Previna-se agora.
Com a Dra. Adriana Mendes Barros, você tem:
Avaliação de Risco Individualizada: Seu tratamento baseado no SEU risco, não em protocolos genéricos
Prevenção Ativa: Foco em prevenir infarto e AVC, não apenas "baixar número"
Tratamento Integral: Estilo de vida + medicamentos quando necessários
Uso Racional de Estatinas: Prescrevemos quando há benefício, manejamos quando há efeitos adversos
Atenção Geriátrica: Consideramos suas comorbidades, medicamentos, fragilidade
Acompanhamento Contínuo: Proteção cardiovascular sustentada ao longo dos anos
Depoimentos de Pacientes
"Meu LDL estava em 180 mg/dL e eu tinha medo de tomar estatina. A Dra. Adriana me explicou tudo com paciência, mostrou meu risco real e prescreveu tratamento personalizado. Hoje, 3 meses depois, meu LDL está em 70 mg/dL sem nenhum efeito colateral!"
– A.M., 64 anos
"Depois de um infarto, estava tomando 5 remédios diferentes. A Dra. Adriana simplificou meu tratamento, otimizou minha estatina e me ensinou a comer melhor. Meus exames estão ótimos e me sinto muito mais seguro."
– R.S., 71 anos
"Nunca entendi por que precisava tratar colesterol se me sentia bem. A Dra. Adriana me mostrou meu risco cardiovascular e como prevenir AVC. Mudei alimentação, comecei a caminhar e tomo estatina. Hoje sei que estou protegendo meu futuro."
– L.P., 58 anos
Você Sabia?
A dislipidemia afeta mais de 40% dos adultos brasileiros
O colesterol elevado é responsável por 56% das doenças cardíacas e 18% dos AVCs no mundo
Cada 39 mg/dL de redução no LDL diminui o risco de infarto em 22%
Estatinas são um dos medicamentos mais estudados e seguros da medicina moderna
Mais de 200 milhões de pessoas no mundo usam estatinas diariamente
O tratamento adequado da dislipidemia pode prevenir até 80% dos infartos e AVCs
Não espere ter um infarto para cuidar do seu colesterol. Previna-se agora.
Dra. Adriana Mendes Barros
Protegendo seu coração, prevenindo eventos cardiovasculares, garantindo seu futuro saudável.
Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui consulta médica. A dislipidemia requer avaliação e acompanhamento profissional individualizado. Nunca inicie, interrompa ou altere medicamentos sem orientação médica.
Solicitar Agendamento
Para garantir um atendimento adequado, solicitamos algumas informações iniciais. Elas nos ajudam a compreender sua necessidade e direcionar corretamente o contato com a equipe responsável pelo atendimento.
