Muitos pacientes adultos e idosos chegam ao consultório após um episódio de confusão mental súbita, agitação, sonolência excessiva ou comportamento “fora do normal”, geralmente durante uma internação, após uma infecção, cirurgia ou uso de novos medicamentos. Familiares ficam assustados ao perceber que o paciente “mudou de um dia para o outro”, ficou desorientado, não reconhece pessoas ou apresenta falas desconexas. No Consultório da Dra. Adriana Mendes Barros, acreditamos em fornecer informações claras, baseadas em evidências científicas, e um acompanhamento acolhedor para identificar as causas do delirium, tratar o quadro de forma segura e prevenir novos episódios. Aqui estão as perguntas mais comuns e nossas respostas sobre o manejo do delirium.


O que é Delirium?


Delirium é uma síndrome clínica aguda, caracterizada por alteração súbita do nível de consciência, atenção e cognição, com flutuação ao longo do dia. Ele se instala rapidamente (horas a dias) e não é uma doença em si, mas um sinal de que algo grave está acontecendo no organismo.


Pode se manifestar de diferentes formas:


  • Delirium hiperativo: agitação, inquietação, agressividade, alucinações.

  • Delirium hipoativo: sonolência, lentidão, apatia, pouco contato verbal (frequentemente subdiagnosticado).

  • Delirium misto: alternância entre agitação e sonolência.


É muito comum em idosos, especialmente durante hospitalizações, mas não faz parte do envelhecimento normal.


Na consulta geriátrica, vamos além do sintoma agudo: investigamos causas, fatores predisponentes, impacto funcional e estratégias de prevenção.


Por que isso importa após os 60 anos?


O delirium é uma condição grave e está associado a piores desfechos quando não reconhecido e tratado adequadamente.


Ele está diretamente relacionado a:


  • Maior risco de quedas e traumas.

  • Aumento do tempo de internação hospitalar.

  • Declínio funcional acelerado.

  • Piora ou revelação de demência prévia.

  • Maior risco de institucionalização.

  • Aumento da mortalidade.

  • Sofrimento intenso para o paciente e a família.


O reconhecimento precoce e o manejo correto salvam funcionalidade, autonomia e, em muitos casos, vidas.


Como a Dra. Adriana aborda o manejo do delirium em adultos e idosos?


Na nossa prática, utilizamos uma abordagem integral, rápida e personalizada, que inclui:


1. Avaliação Médica Completa e Urgente


História clínica detalhada, investigando:


  • Início súbito da confusão,

  • Flutuação dos sintomas ao longo do dia,

  • Gatilhos recentes (infecção, cirurgia, internação),

  • Desidratação, dor, constipação,

  • Privação de sono,

  • Uso recente ou ajuste de medicamentos.


Avaliação clínica e funcional:


  • Nível de consciência e atenção,

  • Cognição prévia do paciente,

  • Capacidade funcional antes do episódio,

  • Risco de quedas e contenções inadequadas.


Revisão criteriosa de medicamentos — a polifarmácia é uma das principais causas de delirium.


Solicitação e interpretação de exames para identificar a causa base.


2. Tratamento da Causa (Pilar do Manejo)


O delirium só melhora quando a causa é tratada.


As ações incluem:


  • Tratamento de infecções,

  • Correção de distúrbios metabólicos,

  • Hidratação adequada,

  • Controle da dor,

  • Correção de retenção urinária e constipação,

  • Retirada ou ajuste de medicamentos causadores.


O foco é sempre resolver o fator desencadeante, não apenas sedar o paciente.


3. Medidas Não Farmacológicas (Essenciais)


São fundamentais e muitas vezes mais eficazes que medicamentos:


  • Reorientação frequente (tempo, local, pessoas),

  • Presença de familiares sempre que possível,

  • Óculos e aparelhos auditivos,

  • Ambiente calmo, iluminado e seguro,

  • Estímulo ao ciclo sono–vigília,

  • Mobilização precoce e segura.


Essas medidas reduzem duração, gravidade e recorrência do delirium.


4. Uso Criterioso de Medicamentos (Quando Necessário)


Medicamentos não são a base do tratamento, mas podem ser usados quando:


  • Há risco iminente para o paciente ou terceiros,

  • Agitação intensa impede cuidados básicos,

  • Falha das medidas não farmacológicas.


Sempre com:


  • Escolha adequada,

  • Menor dose possível,

  • Uso temporário,

  • Reavaliação diária.


5. Acompanhamento Pós-Delirium


O delirium não termina quando a confusão melhora.


Oferecemos:


  • Reavaliação cognitiva após o episódio,

  • Avaliação funcional completa,

  • Prevenção de novos episódios,

  • Orientação intensiva à família,

  • Ajustes no plano de cuidados a longo prazo.


Quanto tempo dura um episódio de delirium?


A duração é variável e depende de:


  • Rapidez no diagnóstico,

  • Correção da causa,

  • Condições clínicas prévias.


Metas realistas incluem:


  • Melhora inicial em dias após tratar a causa,

  • Resolução completa em dias a semanas,

  • Recuperação funcional gradual ao longo de semanas,

  • Em alguns casos, persistência de déficit cognitivo, especialmente em pacientes frágeis.


Quanto mais precoce o manejo, maior a chance de recuperação completa.


Quanto custa o acompanhamento para delirium?


O investimento varia conforme a complexidade do caso e a necessidade de avaliação ampla. Nossa equipe fornece informações claras e transparentes durante a primeira consulta.


Consulta particular: Entre em contato para valores atualizados e condições de pagamento.


O que está incluído:


  • Consulta Geriátrica Completa.

  • Avaliação clínica, cognitiva e funcional.

  • Revisão detalhada de medicamentos.

  • Investigação das causas do delirium.

  • Plano de prevenção individualizado.

  • Orientações por escrito para família e cuidadores.

  • Suporte entre consultas (quando necessário).


Como é a jornada de cuidado com a Dra. Adriana?


1. Avaliação Inicial – Entendendo o Episódio


Conversamos com paciente e familiares sobre:


  • Como começou a confusão,

  • Situação clínica recente,

  • Funcionamento antes do delirium,

  • Medicações e internações recentes.


2. Plano Personalizado


O plano considera:


  • Causas identificadas,

  • Grau de fragilidade,

  • Cognição prévia,

  • Ambiente domiciliar,

  • Suporte familiar.


3. Implementação e Ajustes


Iniciamos:


  • Correção das causas,

  • Retirada de fatores de risco,

  • Medidas de reorientação,

  • Ajustes medicamentosos.


4. Acompanhamento Regular


Consultas de retorno para:


  • Avaliar recuperação cognitiva,

  • Monitorar funcionalidade,

  • Prevenir recorrência,

  • Orientar cuidadores.


5. Manutenção e Prevenção


Após estabilização:


  • Prevenção ativa de novos episódios,

  • Planejamento de cuidados futuros,

  • Acompanhamento longitudinal.


Que resultados posso esperar?


O acompanhamento adequado frequentemente traz:


Benefícios à Saúde:


  • Resolução mais rápida do delirium.

  • Menor risco de novos episódios.

  • Redução de internações e complicações.


Benefícios Funcionais:


  • Recuperação da autonomia prévia.

  • Menor risco de quedas.

  • Preservação da cognição sempre que possível.


Benefícios Emocionais:


  • Menor sofrimento do paciente.

  • Mais segurança para a família.

  • Redução do medo e da angústia.

  • Clareza sobre o que aconteceu e como prevenir.


Nossos resultados:


Pacientes acompanhados pela Dra. Adriana frequentemente apresentam melhor recuperação pós-delirium, com menos recaídas, graças a uma abordagem cuidadosa, humana e baseada em evidências.


Preciso sempre usar medicamentos?


Não. Na maioria dos casos:


  • O foco é tratar a causa,

  • Medidas não farmacológicas são prioritárias,

  • Medicamentos são temporários e cuidadosamente monitorados.


Uso indiscriminado pode piorar ou prolongar o delirium.


Delirium é a mesma coisa que demência?


Não.


  • Delirium: início súbito, flutuante, potencialmente reversível.

  • Demência: início insidioso, progressivo e crônico.


Porém, o delirium pode:


  • revelar uma demência prévia,

  • acelerar declínio cognitivo se mal tratado.


Por isso, o acompanhamento geriátrico é essencial.


O que diferencia o atendimento da Dra. Adriana Mendes Barros?


Formação Diferenciada.


Médica com formação em Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade e Geriatria.


Abordagem Integral e Humanizada.


O paciente é visto como pessoa, não como “paciente confuso”.
Tempo de consulta estendido (50–60 minutos).


Foco em Funcionalidade e Segurança.


Preservação da autonomia e dignidade.
Prevenção de quedas e contenções inadequadas.


Estratégias Seguras e Baseadas em Evidências.


Nada de sedação excessiva.
Tratamento centrado na causa.


Acompanhamento Longitudinal.


Cuidado contínuo após o episódio agudo.
Apoio ativo à família.


Atendimento em Brasília/DF


Consultório de fácil acesso.
Ambiente acolhedor e respeitoso.
Horários flexíveis.


Como posso começar?


  • Agende sua consulta inicial.

  • Traga exames, relatórios de internação e lista de medicamentos.

  • Receba avaliação completa e plano de cuidado.

  • Inicie o acompanhamento com segurança e suporte.


Por que investir no manejo do delirium com cuidado geriátrico?


Porque delirium não é normal, não é “confusão da idade” e não deve ser ignorado. Ele é um sinal de alerta que exige cuidado especializado.


Com a Dra. Adriana Mendes Barros, você tem:


  • Diagnóstico correto.

  • Tratamento da causa.

  • Prevenção de novos episódios.

  • Recuperação funcional.

  • Apoio contínuo ao paciente e à família.


Depoimentos de Familiares e Pacientes


“Achamos que minha mãe estava ‘ficando senil’, mas era delirium. O acompanhamento mudou tudo.”
— R.S., filha, 48 anos


“Depois da internação, fiquei muito confuso. Hoje entendo o que aconteceu.”
— J.M., 73 anos


“O cuidado foi humano e extremamente técnico ao mesmo tempo.”
— A.L., 67 anos


Dra. Adriana Mendes Barros
Cuidando da mente, protegendo a autonomia, promovendo segurança e qualidade de vida.


Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui consulta médica. Procure sempre orientação de um profissional qualificado para avaliação e tratamento individualizados.

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