Diabetes Mellitus Tipo 2

Obter o diagnóstico correto é o primeiro e mais importante passo para um tratamento eficaz.

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Muitos pacientes e familiares têm dúvidas ao receber o diagnóstico de diabetes ou quando enfrentam desafios no controle glicêmico. Na consulta com a Dra. Adriana Mendes Barros, acreditamos em fornecer informações claras, baseadas em evidências científicas, e um acompanhamento compassivo para ajudá-lo a viver bem com diabetes. Aqui estão as perguntas mais comuns e nossas respostas sobre o manejo do diabetes tipo 2.


O que é Diabetes Mellitus Tipo 2?


Diabetes Mellitus Tipo 2 é uma doença crônica caracterizada por níveis elevados de glicose (açúcar) no sangue, resultante da combinação de resistência à insulina e deficiência relativa na produção de insulina pelo pâncreas.


Como é diagnosticado?


O diagnóstico é feito através de exames de sangue:


  • Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL (em duas ocasiões)

  • Hemoglobina glicada (HbA1c) ≥ 6,5%

  • Teste oral de tolerância à glicose ≥ 200 mg/dL após 2 horas

  • Glicemia casual ≥ 200 mg/dL com sintomas clássicos


Na consulta geriátrica, vamos além do diagnóstico. Avaliamos:


  • Tempo de evolução do diabetes e histórico de controle glicêmico

  • Complicações crônicas (rins, olhos, nervos, coração, pés)

  • Outras comorbidades (hipertensão, dislipidemia, obesidade)

  • Capacidade funcional e risco de hipoglicemia

  • Estado cognitivo e capacidade de autocuidado

  • Suporte familiar e social

  • Metas individualizadas de tratamento


Por que o diabetes tipo 2 é tão importante?


É a 3ª doença crônica mais comum entre idosos no Brasil. Sem controle adequado, o diabetes aumenta drasticamente o risco de:


  • Doença cardiovascular – infarto e AVC (2-4x maior risco)

  • Insuficiência renal crônica – principal causa de diálise

  • Neuropatia diabética – perda de sensibilidade, dor crônica, risco de amputação

  • Retinopatia diabética – principal causa de cegueira evitável

  • Pé diabético – úlceras e amputações

  • Declínio cognitivo e demência

  • Infecções frequentes e de difícil tratamento

  • Perda de autonomia e dependência funcional


A excelente notícia: com tratamento adequado, acompanhamento regular e autocuidado, a maioria dessas complicações pode ser prevenida ou retardada.


Como a Dra. Adriana aborda o tratamento do diabetes?


Na nossa prática geriátrica, utilizamos uma abordagem integral, personalizada e centrada no paciente, que inclui:


1. Avaliação Geriátrica Ampla do Diabetes


Avaliação Metabólica Completa:


  • Hemoglobina glicada (HbA1c) – média glicêmica dos últimos 3 meses

  • Glicemias capilares domiciliares (quando indicado)

  • Perfil lipídico completo (colesterol e triglicerídeos)

  • Função renal (creatinina, ureia, taxa de filtração glomerular)

  • Função hepática

  • Microalbuminúria (marcador precoce de lesão renal)


Rastreamento de Complicações:


  • Cardiovascular: ECG, avaliação de risco cardiovascular global

  • Renal: Função renal e pesquisa de proteinúria

  • Oftalmológica: Encaminhamento para fundo de olho anual

  • Neurológica: Exame dos pés, pesquisa de neuropatia periférica

  • Vascular: Pulsos periféricos, índice tornozelo-braquial


Avaliação Funcional e Cognitiva:


  • Capacidade de autocuidado (preparar refeições, tomar medicamentos, medir glicemia)

  • Risco de quedas e hipoglicemias

  • Função cognitiva (memória para seguir tratamento)

  • Fragilidade e sarcopenia


2. Estabelecimento de Metas Individualizadas


Não existe "meta única" de HbA1c para todos os idosos. Individualizamos conforme:


Idosos saudáveis e independentes:


  • Meta de HbA1c: 7,0-7,5%

  • Glicemia de jejum: 90-130 mg/dL

  • Glicemia pós-prandial: <180 mg/dL


Idosos com comorbidades moderadas:


  • Meta de HbA1c: 7,5-8,0%

  • Evitar hipoglicemias é prioridade


Idosos frágeis, com demência ou expectativa de vida limitada:


  • Meta de HbA1c: 8,0-8,5%

  • Foco em evitar sintomas e hipoglicemias, não em metas rígidas

  • Qualidade de vida acima de controle glicêmico estrito


3. Tratamento Nutricional Individualizado


Educação Alimentar Prática:


  • Planejamento alimentar adequado à sua rotina e preferências

  • Controle de carboidratos (não eliminação total)

  • Escolha de alimentos de baixo índice glicêmico

  • Fracionamento adequado das refeições

  • Controle de porções

  • Leitura de rótulos e substituições inteligentes


Atenção Especial em Idosos:


  • Prevenção de desnutrição (muitos idosos comem pouco)

  • Manutenção de massa muscular

  • Adequação para disfagia ou dificuldades de mastigação

  • Adaptação para quem mora sozinho ou tem limitações para cozinhar


4. Prescrição de Atividade Física Segura


Exercício é fundamental no controle do diabetes:


  • Exercícios aeróbicos: Caminhada, natação, hidroginástica (150 min/semana)

  • Exercícios resistidos: Musculação leve, fortalecimento (2-3x/semana)

  • Exercícios de equilíbrio: Prevenção de quedas


Adaptações para idosos:


  • Respeitamos limitações articulares (artrose, próteses)

  • Atenção a cardiopatias e neuropatia periférica

  • Progressão gradual e segura

  • Orientação sobre sinais de hipoglicemia durante exercícios


5. Tratamento Farmacológico Personalizado e Seguro


Escolhemos medicamentos considerando:


  • Eficácia no controle glicêmico

  • Segurança (baixo risco de hipoglicemia)

  • Efeito em comorbidades (proteção renal, cardiovascular, perda de peso)

  • Facilidade de uso (menos comprimidos, doses fixas combinadas)

  • Efeitos colaterais e contraindicações

  • Função renal (alguns medicamentos precisam ajuste)

  • Capacidade cognitiva (esquemas simples)

  • Custo e acesso


Principais Classes de Medicamentos que Usamos:


Primeira linha (geralmente):


  • Metformina – medicamento de escolha inicial, segura, melhora resistência insulínica


Medicamentos de segunda linha (conforme perfil):


  • Inibidores da DPP-4 (gliptinas) – seguros, não causam hipoglicemia, fáceis de usar

  • Análogos de GLP-1 – excelentes para perda de peso, proteção cardiovascular e renal

  • Inibidores do SGLT-2 – proteção cardiovascular e renal comprovada, auxiliam perda de peso

  • Sulfoniureias – eficazes, mas risco de hipoglicemia (uso criterioso em idosos)

  • Insulina – quando necessária, com esquemas simplificados e seguros


Evitamos ou usamos com muita cautela em idosos:


  • Medicamentos com alto risco de hipoglicemia

  • Regimes complexos que dificultam adesão

  • Medicamentos contraindicados na insuficiência renal


6. Prevenção e Manejo de Hipoglicemia


Hipoglicemia (glicemia <70 mg/dL) é muito perigosa em idosos:


  • Risco de quedas e fraturas

  • Risco de eventos cardiovasculares

  • Piora cognitiva

  • Pode ser confundida com demência ou delirium


Nossa estratégia:


  • Metas glicêmicas menos rígidas quando apropriado

  • Evitar medicamentos de alto risco

  • Educação sobre sintomas e tratamento imediato

  • Orientação de familiares

  • Identificação pulseira/cartão de diabético


7. Manejo de Polifarmácia


Idosos com diabetes frequentemente tomam muitos medicamentos:


  • Revisão completa de todas as medicações

  • Identificação de interações medicamentosas

  • Simplificação do esquema terapêutico (combinações fixas, menos doses/dia)

  • Deprescrição quando apropriado (retirar medicamentos desnecessários)

  • Organização com lembretes, caixas organizadoras, suporte familiar


8. Acompanhamento Longitudinal e Preventivo


  • Consultas regulares para monitoramento e ajustes

  • Exames periódicos (HbA1c a cada 3 meses, função renal semestral, etc.)

  • Rastreamento anual de complicações (fundo de olho, exame dos pés)

  • Atualização de vacinas (influenza, pneumococo, COVID-19)

  • Educação contínua sobre autocuidado

  • Suporte emocional (diabetes pode causar sobrecarga emocional)


Quanto tempo leva para controlar o diabetes?


O controle do diabetes é um processo gradual e contínuo:


Primeiras semanas (0-4 semanas):


  • Início do tratamento não farmacológico e medicamentoso

  • Educação sobre alimentação e monitorização

  • Melhora inicial dos sintomas (sede, urina frequente, cansaço)


Primeiros meses (1-3 meses):


  • Ajustes de medicações conforme resposta

  • Consolidação de hábitos alimentares

  • Redução progressiva da HbA1c

  • A maioria dos pacientes mostra melhora significativa


Controle estável (3-6 meses):


  • HbA1c atinge meta individualizada

  • Esquema terapêutico otimizado

  • Hábitos de vida consolidados


A longo prazo (anos):


  • Manutenção do controle glicêmico

  • Prevenção de complicações

  • Ajustes conforme envelhecimento e mudanças de saúde

  • Acompanhamento regular (trimestral, semestral ou anual)


Importante entender: Diabetes tipo 2 é uma condição crônica e progressiva. Não tem cura, mas tem excelente controle com tratamento adequado. Ao longo dos anos, pode ser necessário intensificar o tratamento, e isso é esperado – não significa falha.


Quanto custa o tratamento do diabetes?


O investimento no controle do seu diabetes varia conforme a complexidade do caso, medicamentos utilizados e necessidade de exames.


Consulta particular:


  • Primeira consulta (avaliação geriátrica completa): Entre em contato para valores atualizados

  • Consultas de retorno/acompanhamento: Valores diferenciados para seguimento regular


O que está incluído:


  • Consulta geriátrica completa (50-60 minutos)

  • Avaliação metabólica e de complicações do diabetes

  • Exame dos pés e pesquisa de neuropatia

  • Estabelecimento de metas individualizadas

  • Plano terapêutico integral (dieta, exercícios, medicamentos)

  • Orientações detalhadas por escrito

  • Receitas e solicitação de exames

  • Suporte entre consultas


Custos adicionais a considerar:


  • Exames laboratoriais (HbA1c, função renal, lipidograma, etc.) – trimestral ou semestral

  • Medicamentos – variam muito (genéricos acessíveis a medicamentos mais modernos); auxílio com Farmácia Popular quando aplicável

  • Glicosímetro e tiras – quando monitorização domiciliar é indicada

  • Avaliações complementares (oftalmologista, nutricionista, quando necessário)


Transparência total: Nossa equipe fornece estimativas claras e ajuda na otimização de custos, incluindo orientação sobre programas governamentais e uso de plano de saúde.


Como é a jornada de tratamento do diabetes com a Dra. Adriana?


1. Consulta Inicial – Avaliação Geriátrica Completa


Você será ouvido com atenção. Conversaremos sobre:


  • Quando foi o diagnóstico e histórico de controle glicêmico

  • Sintomas atuais (sede, urina frequente, formigamento, visão turva, infecções)

  • Medicamentos atuais para diabetes e outras condições

  • Hábitos alimentares e rotina de atividades físicas

  • Histórico familiar de diabetes e doenças cardiovasculares

  • Complicações já diagnosticadas (olhos, rins, nervos, coração)

  • Episódios de hipoglicemia

  • Capacidade de autocuidado e suporte familiar


Exame físico completo:


  • Peso, altura, IMC, circunferência abdominal

  • Pressão arterial

  • Exame cardiovascular

  • Exame cuidadoso dos pés (pulsos, sensibilidade, lesões)

  • Avaliação de neuropatia periférica


2. Estratificação de Risco e Estabelecimento de Metas


Com base na avaliação, classificamos:


  • Perfil de funcionalidade (saudável, intermediário, frágil)

  • Risco de complicações micro e macrovasculares

  • Expectativa de vida e prioridades pessoais

  • Metas individualizadas de HbA1c e glicemias


3. Plano Terapêutico Personalizado


Você receberá um plano completo que inclui:


Mudanças de Estilo de Vida:


  • Orientação nutricional específica e prática

  • Prescrição de atividade física adequada

  • Estratégias para perda de peso (quando indicado)

  • Cessação do tabagismo (se aplicável)


Tratamento Farmacológico:


  • Prescrição de medicamentos seguros e eficazes

  • Explicação detalhada de cada medicamento

  • Esquema simplificado e adequado à sua rotina

  • Orientação sobre hipoglicemia e o que fazer


Monitorização:


  • Se precisa medir glicemia em casa e como fazer

  • Quando e como coletar exames

  • Sinais de alerta para procurar atendimento


4. Educação em Diabetes


Você aprenderá:


  • O que é diabetes e por que o controle é importante

  • Como os alimentos afetam a glicemia

  • Como agir em caso de hipoglicemia

  • Cuidados com os pés

  • Importância do seguimento oftalmológico

  • Como prevenir complicações


5. Acompanhamento e Ajustes


  • Retorno inicial em 4-8 semanas (fase de ajuste)

  • Consultas trimestrais com HbA1c (até estabilização)

  • Consultas semestrais quando estável

  • Monitoramento de complicações (anual: fundo de olho, microalbuminúria)

  • Ajustes no tratamento conforme evolução

  • Suporte contínuo para dúvidas e dificuldades


6. Prevenção de Complicações a Longo Prazo


  • Controle rigoroso de pressão arterial e colesterol

  • Uso de medicamentos protetores renais e cardiovasculares

  • Rastreamento regular de retinopatia, nefropatia, neuropatia

  • Cuidados com os pés – inspeção diária, calçados adequados

  • Vacinação em dia

  • Saúde mental – rastreamento de depressão


Que resultados posso esperar?


O controle adequado do diabetes tipo 2 traz benefícios profundos:


Controle Glicêmico:


  • Redução da HbA1c para meta individualizada

  • Melhora ou desaparecimento de sintomas

  • Mais energia e disposição

  • Menos infecções


Prevenção de Complicações:


  • Cada 1% de redução na HbA1c diminui risco de complicações microvasculares em 25-30%

  • Redução de 40-50% no risco de problemas renais

  • Redução de 25-35% no risco de problemas oculares

  • Redução de risco cardiovascular (infarto, AVC)

  • Prevenção de amputações com cuidado adequado dos pés


Qualidade de Vida:


  • Manutenção da independência funcional

  • Preservação da visão

  • Prevenção de dor neuropática

  • Redução de hospitalizações

  • Longevidade com qualidade


Nossos resultados: Pacientes em acompanhamento regular com a Dra. Adriana alcançam controle metabólico sustentável, com baixíssima taxa de hipoglicemias graves e excelente qualidade de vida. Muitos conseguem reduzir medicações ou até adiar uso de insulina com mudanças intensivas de estilo de vida.


Sempre vou precisar de insulina?


Não necessariamente. Muitos pacientes com diabetes tipo 2 nunca precisam de insulina. A necessidade depende de:


Fatores que influenciam:


  • Tempo de evolução do diabetes

  • Grau de deficiência de insulina do pâncreas

  • Resposta a medicamentos orais e injetáveis não insulínicos

  • Presença de complicações

  • Controle glicêmico alcançado


Quando insulina é necessária:


  • Diabetes muito descompensado no diagnóstico

  • Falha de múltiplos medicamentos orais

  • Insuficiência renal avançada (muitos orais são contraindicados)

  • Internação por doença grave ou cirurgia

  • Perda significativa de função pancreática ao longo dos anos


Boas notícias:


  • Medicamentos modernos (análogos de GLP-1, inibidores de SGLT-2) frequentemente adiam ou evitam insulina

  • Quando insulina é necessária, esquemas simplificados são possíveis

  • Insulina não é falha – é ferramenta potente e segura quando bem utilizada

  • Muitos pacientes têm medo desnecessário – educamos e desmistificamos


O diabetes sempre precisa de medicamentos?


Depende do caso. A decisão é individualizada:


Tratamento apenas com mudanças de estilo de vida pode ser tentado quando:


  • Diabetes recém-diagnosticado

  • HbA1c levemente elevada (6,5-7,5%)

  • Ausência de complicações

  • Paciente motivado e capaz de aderir intensivamente

  • Sobrepeso/obesidade com potencial de perda de peso significativa


Nestes casos:


  • Damos 3-6 meses de mudanças intensivas

  • Monitoramos de perto

  • Iniciamos medicamentos se não houver resposta adequada


Medicamentos são necessários quando:


  • HbA1c ≥ 7,5% no diagnóstico

  • HbA1c ≥ 9,0% (geralmente iniciamos com dois medicamentos)

  • Sintomas marcados (perda de peso, sede intensa, urina excessiva)

  • Presença de complicações já estabelecidas

  • Falha das mudanças de estilo de vida isoladas


Importante: Mesmo quando medicamentos são necessários, mudanças de estilo de vida continuam essenciais e podem permitir redução de doses ou número de medicamentos.


O que diferencia o atendimento da Dra. Adriana Mendes Barros?


Expertise Especializada em Diabetes do Idoso


  • Médica Geriatra com formação em Clínica Médica, Medicina de Família e Geriatria

  • Experiência no manejo de diabetes em adultos e idosos com múltiplas comorbidades

  • Conhecimento profundo das particularidades do tratamento em diferentes perfis de idosos

  • Atualização contínua nas diretrizes mais recentes


Abordagem Integral e Centrada no Paciente


  • Você é muito mais que uma HbA1c – consideramos sua funcionalidade, cognição, contexto social

  • Tempo de consulta estendido (50-60 minutos)

  • Metas individualizadas conforme seu perfil, não "metas únicas"

  • Equilíbrio entre controle glicêmico e segurança (evitar hipoglicemias)


Prevenção Rigorosa de Complicações


  • Rastreamento ativo de complicações micro e macrovasculares

  • Proteção renal e cardiovascular como prioridade

  • Cuidados intensivos com os pés

  • Encaminhamentos coordenados (oftalmologista, nefrologista, cardiologista)


Tratamento Farmacológico Moderno e Seguro


  • Uso de medicamentos de última geração quando apropriado

  • Prioridade para medicações com baixo risco de hipoglicemia

  • Esquemas simplificados que facilitam adesão

  • Atenção especial à função renal e ajustes necessários


Gerenciamento Especializado de Polifarmácia


  • Revisão criteriosa de todos os medicamentos

  • Simplificação sempre que possível

  • Identificação de interações perigosas

  • Prescrição racional


Foco em Funcionalidade e Qualidade de Vida


  • Objetivo não é apenas "baixar números", mas viver bem

  • Preservação da independência

  • Prevenção de quedas e fraturas

  • Manutenção da cognição

  • Atenção à saúde mental


Educação e Empoderamento


  • Você entende seu diabetes e participa ativamente do tratamento

  • Orientações claras sobre alimentação e exercícios

  • Treinamento para autocuidado seguro

  • Suporte para familiares quando necessário


Acompanhamento Longitudinal com Vínculo


  • Relação de confiança construída ao longo do tempo

  • Você não está sozinho nesta jornada

  • Acessibilidade para dúvidas

  • Ajustes contínuos conforme necessidades mudam


Por quanto tempo preciso de acompanhamento?


Diabetes tipo 2 é uma condição crônica que exige acompanhamento ao longo da vida. A frequência varia:


Fase Inicial (Primeiros 3-6 meses):


  • Consultas mensais ou bimestrais

  • Ajustes frequentes de medicações

  • HbA1c a cada 3 meses

  • Educação intensiva


Fase de Estabilização (6-12 meses):


  • Consultas trimestrais

  • Consolidação do controle

  • Rastreamento inicial de complicações


Fase de Manutenção (Longo prazo):


  • Consultas trimestrais a semestrais quando controle estável

  • HbA1c trimestral ou semestral

  • Exames de função renal semestrais

  • Avaliação anual de complicações (fundo de olho, pés, etc.)

  • Ajustes conforme envelhecimento e novas condições


Lembre-se: Diabetes é progressivo. Ao longo dos anos, é normal precisar intensificar o tratamento. Isso não é falha sua, é evolução natural da doença.


Sinais de Alerta – Quando Procurar Atendimento Urgente?


Procure atendimento de emergência se apresentar:


🚨 Emergências Diabéticas:


  • Glicemia muito alta (>400 mg/dL) com náuseas, vômitos, dor abdominal

  • Sonolência excessiva ou confusão mental

  • Respiração ofegante ou hálito com cheiro de "maçã podre"

  • Desidratação grave


🚨 Hipoglicemia Grave:


  • Glicemia <70 mg/dL com sintomas intensos

  • Confusão mental, desorientação

  • Tremores intensos, suor frio

  • Perda de consciência ou convulsões


🚨 Complicações Agudas:


  • Dor no peito ou falta de ar

  • Fraqueza súbita em um lado do corpo (AVC)

  • Ferida no pé que não cicatriza ou com sinais de infecção

  • Perda súbita da visão


🔔 Agende consulta em breve se:


  • Glicemias persistentemente acima da meta

  • Sintomas de descontrole (sede, urina frequente, perda de peso)

  • Hipoglicemias frequentes

  • Dificuldade de aderir ao tratamento

  • Efeitos colaterais de medicamentos

  • Formigamento, dormência ou dor nas pernas/pés

  • Infecções frequentes


Como posso começar meu tratamento?


Iniciar o controle adequado do seu diabetes tipo 2 com a Dra. Adriana Mendes Barros é simples:


Passo 1: Agende Sua Consulta Inicial


  • Entre em contato por telefone, WhatsApp ou e-mail

  • Informe que tem diabetes ou suspeita de diabetes

  • Escolha o melhor horário para sua avaliação completa


Passo 2: Prepare-se Para a Consulta


  • Traga exames recentes (HbA1c, glicemias, função renal, colesterol, exame de urina)

  • Liste todos os medicamentos que usa (inclusive vitaminas e fitoterápicos)

  • Anote suas glicemias se já mede em casa (registro de 1-2 semanas)

  • Histórico médico: quando foi o diagnóstico, complicações conhecidas, histórico familiar

  • Anote suas dúvidas e preocupações


Passo 3: Consulta Inicial Completa


  • Conheça a Dra. Adriana e sua abordagem geriátrica integral

  • Avaliação detalhada do seu diabetes e risco de complicações

  • Exame cuidadoso dos pés

  • Estabelecimento de metas individualizadas

  • Receba seu plano terapêutico completo

  • Esclareça todas as dúvidas

  • Saia com prescrições, orientações e próximos passos claros


Passo 4: Inicie Seu Plano de Tratamento


  • Comece as mudanças alimentares orientadas

  • Inicie ou ajuste medicamentos conforme prescrito

  • Aprenda a monitorar sua glicemia (se indicado)

  • Realize exames solicitados

  • Implemente atividade física gradualmente


Passo 5: Acompanhamento Regular


  • Retorne conforme agendado para avaliação da resposta

  • Traga anotações de glicemias e dúvidas

  • Relate dificuldades e efeitos colaterais

  • Ajuste o plano conforme necessário

  • Celebre suas conquistas!


Por que escolher a Dra. Adriana para cuidar do seu diabetes?


Porque diabetes descontrolado rouba sua qualidade de vida e independência, mas diabetes bem controlado permite vida plena e saudável.


Com a Dra. Adriana Mendes Barros, você tem:


  • Segurança: Tratamento baseado nas melhores evidências, com foco em evitar hipoglicemias

  • Personalização: Metas e plano adaptados ao SEU perfil, não "receita de bolo"

  • Prevenção: Foco intenso em proteger seus rins, olhos, nervos e coração

  • Integralidade: Cuidado de todas as suas condições, não apenas do diabetes

  • Simplicidade: Esquemas terapêuticos simplificados e fáceis de seguir

  • Qualidade de Vida: Viver mais e melhor, com independência e dignidade


Agende Sua Consulta Hoje


Proteja seu futuro. Controle seu diabetes com acompanhamento especializado e humanizado.


Depoimentos de Pacientes


"Convivo com diabetes há 15 anos, mas só com a Dra. Adriana consegui entender realmente minha doença. Ela simplificou meus remédios, me ensinou a comer melhor, e pela primeira vez minha HbA1c está na meta sem hipoglicemias."
— R.M., 67 anos


"Tinha medo de começar insulina, mas a Dra. Adriana me explicou tudo com paciência. Hoje uso insulina de forma simples e segura, minha glicemia está controlada e me sinto muito melhor!"
— J.S., 71 anos


"A abordagem da Dra. Adriana é diferente. Ela não trata apenas meu diabetes – cuida de mim como um todo. Com seu acompanhamento, perdi peso, controlei pressão e diabetes, e aos 63 anos estou mais saudável que aos 50."
— M.A., 63 anos


Você Sabia?


  • O diabetes tipo 2 afeta mais de 13 milhões de brasileiros e mais de 20% dos idosos

  • Apenas 1 em cada 4 diabéticos tem a doença adequadamente controlada

  • Diabetes é a principal causa de cegueira evitável, amputações não traumáticas e insuficiência renal em adultos

  • Cada 1% de redução na HbA1c diminui o risco de complicações microvasculares em 25-30%

  • Pessoas com diabetes têm 2-4 vezes mais risco de infarto e AVC – mas com controle adequado, esse risco pode ser reduzido drasticamente


Não deixe o diabetes controlar sua vida. Assuma o controle hoje.


Dra. Adriana Mendes Barros
Cuidando do seu diabetes, protegendo seus órgãos, preservando sua independência.


Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui consulta médica. O diabetes mellitus tipo 2 requer avaliação e acompanhamento profissional individualizado. Nunca inicie, interrompa ou altere medicamentos sem orientação médica.

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