Muitos pacientes acima de 50 anos chegam ao consultório convivendo há meses ou anos com dores persistentes — na coluna, articulações, músculos ou nervos — que limitam atividades simples do dia a dia, afetam o sono, o humor e a qualidade de vida. Familiares também costumam perceber irritabilidade, isolamento, perda de autonomia e uso frequente de analgésicos. No Consultório da Dra. Adriana Mendes Barros, acreditamos em fornecer informações claras, baseadas em evidências científicas, e um acompanhamento acolhedor para ajudá-lo a tomar decisões conscientes sobre sua saúde, conforto e funcionalidade. Aqui estão as perguntas mais comuns e nossas respostas sobre o manejo da dor crônica.


O que é Dor Crônica?


Dor crônica é a dor que persiste por mais de 3 meses, mesmo após o tratamento inicial da causa ou quando não há uma lesão ativa evidente. Ela não é apenas um sintoma — é uma condição clínica que envolve alterações no sistema nervoso, nos músculos, nas articulações e também aspectos emocionais.


Pode estar associada a diversas condições, como:


  • Osteoartrite e outras doenças articulares,

  • Lombalgia e cervicalgia,

  • Dores musculares persistentes,

  • Neuropatias,

  • Sequelas de cirurgias ou traumas,

  • Doenças inflamatórias,

  • Condições reumatológicas.


Na consulta geriátrica, vamos além de “onde dói”: avaliamos impacto funcional, sono, humor, cognição, uso de medicamentos, comorbidades e como a dor interfere na sua vida.


Por que isso importa após os 50–60 anos?


Com o envelhecimento, aumentam as doenças musculoesqueléticas e neurológicas, e a dor crônica se torna uma das principais causas de limitação funcional e perda de qualidade de vida.


A dor crônica está diretamente associada a:


  • Limitação para caminhar, subir escadas e realizar tarefas básicas.

  • Distúrbios do sono e cansaço persistente.

  • Quedas e medo de se movimentar.

  • Uso excessivo de analgésicos e anti-inflamatórios.

  • Efeitos colaterais medicamentosos (estômago, rins, confusão).

  • Ansiedade, depressão e isolamento social.

  • Perda de autonomia e independência.


O mais importante: dor crônica pode ser controlada com abordagem adequada, mesmo quando não é possível eliminá-la completamente.


Como a Dra. Adriana aborda o manejo da dor crônica em adultos e idosos?


Na nossa prática, utilizamos uma abordagem integral e personalizada, que inclui:


1. Avaliação Médica Completa.


História clínica detalhada, investigando:


  • Início, localização e intensidade da dor,

  • Fatores que pioram ou aliviam,

  • Impacto no sono, humor e atividades diárias,

  • Tratamentos já tentados e resposta obtida,

  • Histórico de quedas, cirurgias e doenças associadas.


Avaliação funcional:


  • Mobilidade,

  • Força muscular,

  • Marcha e equilíbrio,

  • Capacidade para atividades diárias.


Revisão completa de medicamentos — muitos pacientes usam múltiplos analgésicos sem benefício real e com riscos.


Exames complementares quando indicados para esclarecer causas e orientar o tratamento.


2. Estratégias Médicas Seguras para Controle da Dor.


Educação do paciente e da família:


  • Compreensão da dor como condição tratável,

  • Expectativas realistas de melhora,

  • Importância do tratamento contínuo.


Plano terapêutico individualizado:


  • Ajuste criterioso de analgésicos,

  • Redução de anti-inflamatórios quando possível,

  • Uso racional de medicamentos adjuvantes,

  • Encaminhamento para fisioterapia, quando indicado.


Tratamento das causas associadas:


  • Controle de doenças articulares e inflamatórias,

  • Manejo de neuropatias,

  • Correção de fatores posturais e de marcha.


3. Foco em Funcionalidade, Não Apenas na Dor.


Nosso objetivo não é apenas “zerar a dor”, mas:


  • Reduzir a intensidade da dor.

  • Melhorar mobilidade e disposição.

  • Restaurar capacidade funcional.

  • Permitir retomada de atividades do dia a dia.

  • Prevenir quedas e imobilidade.

  • Melhorar sono, humor e bem-estar.


4. Acompanhamento Longitudinal.


Dor crônica exige acompanhamento contínuo.


Oferecemos:


  • Consultas regulares de monitoramento.

  • Ajustes graduais e seguros do tratamento.

  • Avaliação contínua da funcionalidade.

  • Suporte ao paciente e à família.


Quanto tempo leva para melhorar a dor crônica?


A melhora costuma ser progressiva.


Metas realistas incluem:


  • Redução da intensidade da dor em semanas.

  • Melhora do sono e da disposição em 4 a 8 semanas.

  • Ganho funcional gradual em 2 a 3 meses.

  • Controle mais estável com acompanhamento contínuo.


Cada paciente tem seu ritmo. O foco é melhora sustentável e segura.


Quanto custa o acompanhamento para dor crônica?


O investimento varia conforme a complexidade do caso e a frequência das consultas. Nossa equipe fornece informações claras e transparentes durante a primeira consulta. Também orientamos sobre uso de plano de saúde (quando aplicável).


Consulta particular: Entre em contato para valores atualizados e condições de pagamento.


O que está incluído:


  • Consulta Geriátrica Completa.

  • Avaliação funcional e clínica.

  • Revisão detalhada de medicamentos.

  • Plano terapêutico individualizado.

  • Orientações por escrito.

  • Suporte entre consultas (quando necessário).


Como é a jornada de cuidado com a Dra. Adriana?


1. Consulta Inicial – Conhecendo Você.


Você será ouvido com atenção. Vamos conversar sobre:


  • Sua dor e limitações,

  • Impacto no sono e humor,

  • Tratamentos prévios,

  • Medicamentos em uso,

  • Rotina e atividades,

  • Objetivos realistas.


2. Plano Personalizado.


O plano considera:


  • Causa e tipo de dor,

  • Intensidade e impacto funcional,

  • Comorbidades e riscos,

  • Idade e segurança medicamentosa,

  • Realidade do paciente e da família.


3. Implementação e Ajustes.


Iniciamos o plano com:


  • Ajustes seguros da medicação,

  • Orientação de exercícios e fisioterapia,

  • Medidas não farmacológicas,

  • Controle de doenças associadas,

  • Educação para autogerenciamento da dor.


4. Acompanhamento Regular.


Consultas de retorno a cada 4–8 semanas.


Monitoramos:


  • Intensidade da dor,

  • Funcionalidade,

  • Sono e humor,

  • Adesão ao tratamento,

  • Efeitos colaterais.


5. Manutenção a Longo Prazo.


Após estabilização:


  • Consolidamos estratégias eficazes,

  • Prevenimos recaídas,

  • Ajustamos tratamento conforme envelhecimento,

  • Mantemos acompanhamento preventivo.


Que resultados posso esperar?


O manejo adequado frequentemente traz:


Benefícios à Saúde:


  • Redução da dor e do uso excessivo de analgésicos.

  • Menor risco de efeitos colaterais.

  • Melhor controle de doenças associadas.


Benefícios Funcionais:


  • Mais mobilidade e força.

  • Retorno gradual às atividades.

  • Menor risco de quedas.

  • Maior independência.


Benefícios Emocionais:


  • Melhora do humor.

  • Redução da ansiedade e irritabilidade.

  • Mais confiança no próprio corpo.

  • Melhor qualidade de vida.


Nossos resultados:


Pacientes acompanhados pela Dra. Adriana frequentemente relatam melhora funcional significativa e retomada de atividades importantes, porque o tratamento é contínuo, individualizado e seguro.


Preciso sempre tomar medicamentos?


Não necessariamente. Medicamentos são apenas uma parte do tratamento.


Eles são indicados quando:


  • A dor compromete funcionalidade,

  • Medidas não farmacológicas isoladas não são suficientes,

  • Os benefícios superam os riscos.


Sempre com:


  • Prescrição responsável,

  • Monitoramento contínuo,

  • Ajustes progressivos.


Quando possível, priorizamos estratégias combinadas e redução de medicações de risco.


Tratar a dor crônica é a única opção?


Não. Em alguns casos, o foco principal é:


  • Melhorar funcionalidade,

  • Reduzir impacto emocional,

  • Adaptar atividades,

  • Promover autonomia mesmo com alguma dor residual.


O plano é sempre construído respeitando limites, expectativas e objetivos do paciente.


O que diferencia o atendimento da Dra. Adriana Mendes Barros?


Formação Diferenciada.


Médica com formação em Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade e Geriatria.
Especialista no cuidado integral de adultos e idosos.


Abordagem Integral e Humanizada.


O paciente é visto como pessoa, não como “alguém com dor”.
Tempo de consulta estendido (50–60 minutos).
Escuta ativa e planejamento cuidadoso.


Foco em Funcionalidade e Qualidade de Vida.

O objetivo é viver melhor, não apenas sentir menos dor.
Preservação da autonomia e independência.


Estratégias Seguras e Baseadas em Evidências.


Nada de excesso de analgésicos ou soluções milagrosas.
Segurança em primeiro lugar.


Acompanhamento Longitudinal.


Cuidado contínuo ao longo do tempo.
Ajustes conforme as necessidades mudam.


Atendimento em Brasília/DF


Consultório de fácil acesso.
Ambiente acolhedor e respeitoso.
Horários flexíveis.


Por quanto tempo preciso de acompanhamento?


A duração varia conforme:


  • Tipo e causa da dor,

  • Impacto funcional,

  • Resposta ao tratamento.


Fases típicas:


Fase Intensiva (3–6 meses):


Controle inicial e ajustes terapêuticos.


Fase de Consolidação (6–12 meses):


Manutenção da melhora funcional.


Fase de Manutenção (a longo prazo):


Consultas preventivas periódicas.


Como posso começar?


Passo 1: Agende sua consulta inicial.

Passo 2: Traga exames e lista de medicamentos.

Passo 3: Receba avaliação completa e plano personalizado.

Passo 4: Inicie seu acompanhamento com segurança e suporte.


Por que investir no manejo da dor crônica com cuidado geriátrico?


Porque conviver com dor não é normal nem inevitável — e impacta diretamente autonomia, segurança e bem-estar.


Com a Dra. Adriana Mendes Barros, você tem:


  • Segurança médica.

  • Avaliação global da dor.

  • Plano individualizado.

  • Menos sofrimento e mais funcionalidade.

  • Qualidade de vida a longo prazo.


Depoimentos de Pacientes.


“Convivia com dor há anos e achava que não tinha solução. Hoje consigo caminhar e dormir melhor.”
— M.R., 72 anos


“Ela não focou só na dor, mas na minha rotina. Voltei a fazer coisas que tinha abandonado.”
— L.F., 65 anos


“Parei de tomar remédios por conta própria e finalmente encontrei um tratamento que funciona.”
— A.S., 58 anos


Dra. Adriana Mendes Barros
Cuidando do seu conforto, preservando sua autonomia, promovendo sua qualidade de vida.


Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui consulta médica. Procure sempre orientação de um profissional qualificado para avaliação e tratamento individualizados.

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